Somos linhas paralelas que nunca se cruzam, ou talvez, só no infinito.
Porém andamos perto um do outro, na mesma direção, mas nem sempre com o mesmo sentido.
Quando nos movimentamos entramos em ressonância e só assim sentimos um ao outro.
Nunca nos tocamos, nunca desejamos a mesma coisa, nunca sonhamos o mesmo sonho.
Paralelas como as cordas de um violão, que ao tocar a mesma nota vibram em perfeita harmonia.
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